29.7.07

Na Maré de ti - (Música de Gil do Carmo)

Vejo o teu olhar tranquilo,

E uma serena ausência, amor
Madrugada suave no cais
Olho-te bem nos olhos, sim
Choro reflectido no rio, no rio

Fiz-me ao mar de manhã,
Na maré de ti, ao amanhecer,
Fiz-me ao mar de manhã
Na maré de ti, ao amanhecer

Pelo mar adentro vou entrando
Como o teu semblante na memória, amor,
Pescador de sonhos
Vivo a faina pura, dia-a-dia,
Na incerteza de uma vida
Meu amor, eu volto

Fiz-me ao mar de manhã,
Na maré de ti, ao amanhecer,
Fiz-me ao mar de manhã
Na maré de ti, ao amanhecer

Fiz-me ao mar de manhã,
Na maré de ti, ao amanhecer,
Fiz-me ao mar de manhã
Na maré de ti, meu amor, ao amanhecer!

25.7.07

Aqui ...

… esperamos por ti ... aguardamos a tua companhia. Trás o teu corpo e descansa em nós. Relaxa e sente o doce toque solar que bronzeia a tua pele e tranquiliza o teu ser. Trás contigo companhia e alegria ... abandona o teu corpo e deixa que os teus sentidos sejam invadidos pela leveza do terno calor do amanhecer.

Descontraidamente



Descontraidamente passeiam, lêem, brincam ... deixam seus seres voar como pássaros nas asas do vento. Envoltos em carícias e sonhos nada abaláveis pelo desalento de um tempo cinzento que o sol teima em romper. Raios de luz ... brisas de alento sopradas suavemente num leve tremor que enche de amor o coração ... e ... nele espelha dádiva do saber dar e estar presente quando os demais estão ausentes.

14.7.07

Simetrias


Simetrias escritas no vento que passa e deixa vazias as linhas do passado que se interliga com um presente despido de tempo para parar e apreciar.

Simetrias curvas esquecidas num passeio qualquer e que olham os transiuntes com olhos de quem pede um abraço amigo, um aconchego do coração, o calor de um corpo em puro repouso ... não há tempo para parar e abandonar ao vento a mais infima atenção.

Simetrias que continuam a querer quebrar o corropio do quotidiano de quem não espera para perceber que descansar é urgente antes que a alma rebente.